
E acabou o mês dedicado às mulheres em geral, principalmente, a Virgem Maria.
Santa Mãe de Deus, rogai por nós!
Caríssimos: voltei!!!
Tá um friozinho gostoso hoje...
Após uma looonga pausa, não sei por onde, eis-me aqui novamente. Estive ausente este tempo todo, porque minha cabeça estava e ainda está cheia de mil e uma coisas, mas acho que não seria justo deixar vocês que me acompanham há tanto tempo sem uma linhazinha de minha parte.
Para alguns que lêem e eu tenho adicionados na minha lista, receberam e-mails ou telefonemas: por isso que quando vocês visitam é bom deixar alguma fonte de comunicação nos comentários. Mas vamos fazer um resuminho básico desses dias:
(Tragam um cafezinho enquanto vão lendo)
Estou empolgado!
No dia em que escrevi por último, encontrei uma figuraça: Lígia Figueiredo, uma ex-professora (aliás, isso não existe, pois a relação de aluno x professor é eterna, quem que seja de eterno amor ou eterna raiva... risos). Pois bem, Dona Lígia, que me deu aula no século passado, num passado não tão remoto, foi minha “vítima” para uma entrevista que eu teria que fazer para a disciplina de Formação de Leitor. Como o assunto era Memórias, ninguém melhor do que Lígia para falar das “naftalinas” do milênio passado....;
Tive que me desdobrar muito para as provas que se fazem presente na minha vida acadêmica daqui pra frente. Uma mais cascuda do que a outra, mas isto faz parte. Como dizia o Skin: “É tudo um processo...”;
(Vai ter que me escutar hoje)
Ainda não terminei...
Reencontrei uma amiga do Rio, a Meyre, que está morando atualmente em Münster na Alemanha;
Numa das inúmeras palestras que acontecem na PUC (que no dia eu não queria ir), encontrei minha primeira professora do Ensino Fundamental: Dona Carmem!!! Esta foi uma das coisas que você raramente passa na vida: reencontrar alguém que você nunca esperava ver de novo, até porque já foram muitos anos desde então. Foi um ótimo papo, rapidinho, mas foi excelente. Espero que ela possa ler este comentário;
(Sosseguem...)
Será que eu não termino mais não?
Tive um tempo, e no último dia da apresentação, disputando à tapas um dos últimos ingressos, fui assistir à peça na qual atua um amigo da minha turma de Letras, o Gregório Duvivier, que estava ótimo na peça. Espero que na próxima temporada mais gente possa assistir vocês Gregório;
Reencontrei um amigo que há algum tempo eu também não encontrava: o Gerardo, que gosto de implicar com ele, chamando o de Gringo (olha o preconceito lingüístico aí gente...). Ele é argentino, e quando ele carrega no sotaque, o mando falar direito. Ele é guia turístico, e adotou o Rio de Janeiro como sua pousada;
E por aqui vou ficando gente!
Inté mais!
P.S.: E não me deixem sumir outra vez...
Comunico aos amigos e visitantes que o Yesalel & Cia estará desativado uns dias. Desculpem me por isso. Vocês que freqüentam aqui sabem o quanto eu dou valor a este espacinho que também, e aliás, é mais de vocês do que meu.
Volto em breve, e a gente se esbarra.
Leo

Eu lembro que já postei isso uma vez no meu antigo blogger, mas não custa revitalizar, já que estamos falando sobre a escravidão. Afinal, foi um dos movimentos “ pós-libertação “...
O MESTRE SALA DOS MARES
( João Bosco - Aldir Blanc )
Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo feiticeiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como navegante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao acenar pelo mar
Na alegria das regatas
Foi saudado no porto
Pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhão de mulatas
Rubras cascatas
Jorravam das costas dos santos
Entre tapas e chibatas
Inundando o coração do pessoal do porão
Que a exemplo do feiticeiro gritava então:
Glória aos piratas
Às mulatas , às sereias
Glória à farofa
À cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o navegante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas no cais
Mas salve...
Salve o navegante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas no cais
Mas faz muito tempo...

No final do séc.XVIII a possibilidade da libertação dos escravos começou a surgir como uma preocupação das sociedades, desenvolvendo-se a desaprovação geral da escravatura. Os abolicionistas ingleses, conhecedores de que o seu país transportava o maior número de escravos africanos para o Novo Mundo, concentravam os seus esforços sobretudo na proibição do tráfico, sabendo que o fim do comércio de escravos implicava o fim da escravatura.
Em 1776 o economista Adam Smith declarou que a escravatura era prejudicial à economia pois o sistema de plantações era um desperdício de terras e, manter os escravos era mais caro do que ter trabalhadores livres. Nos anos de
A Dinamarca foi o primeiro país europeu a abolir o comércio de escravos, em
Em 1815 Portugal aceitou abolir a escravatura no Brasil e França fê-lo em 1818. A partir de 1824 o comércio de escravos era considerado equivalente à pirataria e, depois de 1837, quem o praticasse era condenado à morte. O Tratado de Ashburton, em 1842, entre a Grã-Bretanha e os EUA levou a que cada um dos países mantivesse uma esquadrilha na Costa Africana para reforçar a proibição do comércio de escravos e, em 1845, as marinhas francesa e inglesa juntaram-se num esforço para controlar este comércio.
A diminuição do número de escravos vendidos levou a uma maior atenção, por parte dos seus proprietários, para com as condições em que viviam. Os Franceses libertaram os seus escravos em 1848 e os Holandeses em 1863. Nos EUA, em 1865, foi ratificada a 13ª Amenda à Constituição, abolindo a escravatura em todo o país. A maioria das novas repúblicas da América do Sul libertaram os seus escravos quando se tornaram repúblicas.
No Brasil a escravatura só foi abolida em 1888. Já se passaram 116 anos desde então. Será???


Yesalel & Cia








2003 - 2004

Curitiba, manhã de domingo - céu com poucas nuvens min: 9º - max: 19º 09/5 02:33
Ave Maria da Rua
Raul Seixas – Paulo Coelho
No lixo dos quintais, na mesa do café
No amor dos carnavais, na mão no pé
Oh! Tu estás, Tu estás
No tapa e no perdão, no ódio e na oração
Teu nome é Yemanjá, e é Virgem Maria
É Glória e é Cecília, na noite fria
Oh! Minha mãe, Minha filha
Tu és qualquer mulher; mulher em qualquer dia
Bastou o Teu olhar pra me calar a voz
De onde está Você: Rogai por nós!
Oh! Minha mãe, Minha mãe
Me ensina a segurar a barra de Te amar
Não estou cantando só, cantamos todos nós
Mas cada um nasceu com a sua voz
Oh! Pra dizer, pra falar de forma diferente
O que todo mundo sente
Segure a minha mão e quando ela fraquejar
E não deixe a solidão me assustar
Oh! Minha mãe, Nossa mãe
E mata a minha fome nas letras do Teu nome
Oh! Minha mãe, Nossa mãe
E mata a minha fome na glória do teu nome!

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Eu vi sim !!! |
É um mês danado de cheio. Comemora-se muita coisa. Por acaso, todos muito ligados à mulher. Companheira do dia-a-dia.

Mês das Noivas,

Mês das Mães,

Mês de Maria, a qual ficou deixada por Nosso Senhor Jesus Cristo, de velar por nós.

Bom, voltei de Sampa, estava sem net, mas estou aí firme e forte de novo. Abraços meus amigos.
Como meu amigo Misael falou também: eis aí o retrato do nosso trabalhador hoje: nenhum dimdim! O dinheiro faz o mundo girar. Infelizmente... É o retrato do nosso Brasil.

Iris, minha linda. Estou atrasado um dia, mas não esqueci de você. Que você continue sempre sendo esta pessoa que eu conheço: espontânea, bem Íris mesmo.
Parabéns!
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